Casa de Pasto da Palmeira

Estivemos 2 dias a decidir onde íamos jantar. Seria provavelmente o último jantar de amigos antes da partida da Cláudia para uma vida melhor… Acabámos por repetir a Casa de Pasto da Palmeira. Bem, não é correcto dizer que repetimos porque o menu tem sempre novidades que variam todos os meses. Always feels like the first time… À hora combinada já lá estava o Jané. Pedimos um branco fresquinho e sentámos do outro lado da rua a apreciar os barcos embalados pelo Douro. A noite estava fresca. Entretanto chegaram as meninas e sentámo-nos para jantar.
O Jané e a Rita pediram os comes e bebes: “Cevadoto de espargos e cogumelos, queques de alheira com molho agridoce, seviche de vieiras e morangos,  salada de secretos e espargos e continuamos no branco“.
O chef é um jovem engenheiro civil que no final da licenciatura decidiu que afinal queria era cozinhar. Se fosses meu filho eu ficava piursa por ter andado a pagar o cursinho e como recompensa receber uma novidade dessas. Pelo menos até provar os cozinhados. Se calhar nessa altura lá encarava a coisa com mais ânimo… “o moço até tem jeito!”. Se há coisa que eu não entendo é que chamem nomes estranhos à comida. Mas que raio é um seviche?! No meu intimo chego a pensar que o pessoal do restaurante se junta à tarde no início de cada mês e se põe a inventar os mais estapafurdios nomes que lhes vêm à ideia… “Ah ah, estou pra ver o pessoal a tentar ler este menu…”
Terminámos com canilhas e bolo de chocolate da Sandra com pimenta, um clássico.
Felicidades Cláudia! Leva-nos no coração para longe deste circo…
Boas garfadas.
Eva